Santo Cristo (55) 3541-2154 | São Paulo das Missões (55) 3563-1094 douglas_theisen@assisnet.com.br
MissioneiraLogo20160907

Se você está procurando um forma de pagar suas contas e se ver livre de suas dívidas, confira o empréstimo consignado da Missioneira.  Pois garantimos ao clientes qualidade de atendimento, transparência, segurança, rapidez na aprovação e credibilidade incluindo as melhores taxas do mercado.

Operação consignado ( O que é empréstimo Consignado?)

–  É um tipo de empréstimo onde as parcelas são descontadas diretamente do salário da pessoa, essa regra é prevista na lei e também é um dos motivos em que as taxas de juros são bem menores e podem ser feito o empréstimo com restrições no nome.

Você que esta precisando de dinheiro para trocar de veiculo, sair de férias, reformar sua casa!  esta é sua hora!

  • Parcelamento em até 72x (**);
  • Encaminhamento de 5% da margem do cartão;Emprestimo01
  • Sem consulta ao SPC ou SERASA;
  • Dinheiro depositado na conta bancaria;
  • Não precisa de avalista ou fiador;

Quem pode fazer?

– Aposentados e pensionistas do INSS, funcionários públicos federais e estaduais, municipais e também militares ( forças armadas).

Documentos necessários:

  • Documentos Pessoais (CPF e RG)
  • Comprovante atualizado de Residência
  • Comprovante de Renda
  • Cartão do beneficio
  • Contra- Cheque

É possível fazer mais de um empréstimo consignado?

–  Sim, você pode fazer mais de um empréstimo, porem a somatória deles não pode ultrapassar 30% da sua renda.

** Prazos de parcelamento variam de acordo com o Lojista Parceiro.

                                                                                                                                                                                                              

analise-de-creditoO Crédito Pessoal  é uma modalidade simples de empréstimo pessoal, disponível para pessoa física que oferece dinheiro com mais facilidade, rapidez  e sem burocracia

 Com a Missioneira você conta com facilidade na hora de pegar o dinheiro e com muita flexibilidade na hora de pagar. São muitas opções para escolher a melhor para o seu bolso.

  • Pagamento com carnê em até 18x , sem necessidade de conta bancaria, ou debito em conta em até 48x (**);
  • Não precisa de Avalista ou Fiador;
  • Você escolhe o valor da parcela que cabe no seu bolso;credito_consumidor-300x211
  • Ótimas taxas e condições;

Documentos necessários:

  • Documentos Pessoais (CPF e RG)
  • Comprovante atualizado de Residência
  • Comprovante de Renda

 Cliente nosso tem muito mais oportunidades de conquistar o que sonha.

* Aprovação do crédito sujeito a análise e consulta aos órgãos de proteção ao crédito.

** Prazos de parcelamento variam de acordo com o Lojista Parceiro.

CDC ( Crédito direto ao consumidor)

  • Destinado a estabelecimentos comerciais;
  • Financia bens e serviços para os clientes.
  • O cliente pode parcelar em até 24x, com taxas diferenciadas e o estabelecimento recebe o valor em sua conta bancária em até 48 horas;
  •  Taxas e condições flexíveis e diferenciadas, facilmente adaptáveis ao seu negócio e as práticas de mercado;
  • Elimina risco de inadimplência para a empresa.

      Principais Vantagens:RC6128_Banner_Rotativo_CDC_nissan_2

  • Produto customizado ao seu modelo de negócio
  • Repasse do dinheiro de forma antecipada
  • Redução nos índices de inadimplência
  • Ótima remuneração à cada operação realizada
  • Mais opções de prazo e parcelamentos à disposição de seu Cliente

Quem pode fazer:

Qualquer pessoa física que tenha CPF limpo.

  • Assalariado
  • Agricultor
  • Empresário
  • Aposentado
  • Profissional Autônomo e Liberais.

Quer conveniar sua empresa ? Se você tem um estabelecimento comercial, informe-se conosco. E seja nosso Parceiro!

foto consorcioO que é Consórcio

Consórcio é uma modalidade de compra programada, uma forma de poupança por meio de autofinanciamento. No Consórcio, grupos de pessoas se unem com um objetivo em comum: adquirir bens móveis (como automóveis, caminhões, motocicletas, aeronaves, entre outros), imóveis ou serviços ou conjunto de serviços (viagens, tratamentos cirúrgicos, festas comemorativas, entre outros).

O sistema brasileiro de consórcios pode ser utilizado por pessoas acima de 18 anos de idade e se constitui em uma opção sem comparativos em relação a todas as demais modalidades de financiamento disp0níveis no mercado.

Entenda, de forma resumida, como funciona o sistema Consórcio e como você pode se beneficiar dessa maneira simples, inteligente e econômica de comprar:

Venha fazer um investimento, realizando o sonho da casa própria, aquisição de um novo veículo, ou material de construção.

A theisen  e a Missioneira proporciona consórcios novos e contemplados das maiores administradoras do país, com créditos e prazos que cabe no seu bolso.

Se para você economizar não é fácil, faça um consórcio pois este é a melhor forma de autodisciplina.

E aí?  Se interessou pelos benefícios que a contratação do consórcio traz? Entre em contato.

POIS COM A THEISEN CONSORCIOS VOCE SONHA, PLANEJA E CONQUISTA.

Formação do Grupo

Ao adquirir o consórcio, você se torna parte de um GRUPO de pessoas reunidas com o objetivo comum de adquirir um bem. Quem adquire um Consórcio, é chamado Consorciado. Cada participante será identificado através de um número chamado COTA.

Assembleia

Mensalmente, é realizada uma ASSEMBLEIA do consórcio. Ou seja, o momento em que se definem os participantes selecionados para as contemplações do mês.

A CONTEMPLAÇÃO, confirmada após observados os critérios estabelecidos em regulamento e contrato, dará direito ao participante a receber o valor do crédito subscrito na cota para adquirir o bem objetivado.

A seleção dos participantes para as contemplações mensais é feita através de dois critérios, devidamente definidos no regulamento e contrato: SORTEIO, ou oferta de LANCE proposto pelo participante.

A pontualidade de pagamento das parcelas mensais, até a data do vencimento, é condição básica para a participação em cada uma das assembleias.

Sorteio

O sorteio para definição das cotas contempladas é realizado com o uso de bolas numeradas, alojadas em globos, que extraídas uma a uma formam um número denominado PEDRA-CHAVE. A pedra-chave sorteada indicará o selecionado para contemplação por sorteio.

Lances

O outro critério utilizado para definir as contemplações é o LANCE – assim chamado o adiantamento de parcelas proposto pelos clientes interessados. A cada assembleia, os consorciados têm a oportunidade de oferecer um adiantamento de parcelas. O consorciado que oferecer o maior lance (sempre calculado em valor percentual do crédito pretendido) poderá ser contemplado. Os critérios para oferta, desempate de lances e, consequentemente, seleção do contemplado são definidos em contrato.

Os tipos mais comuns de LANCE são:

LANCE LIVRE: contempla o consorciado que oferecer o maior percentual de parcelas antecipadas

LANCE FIXO: contempla o consorciado que formalizar a oferta de um percentual fixo de seu crédito (que é definido em contrato). Ocorrendo a oferta de mais de um Lance Fixo na mesma assembleia, o selecionado para contemplação será definido pela pedra-chave do sorteio.

 LANCE DILUÍDO: Redução no valor da parcela mensal, até o limite de 50% do fundo comum, que mantém o prazo de pagamento. Essa condição é válida para alguns grupos de imóveis e de automóveis, conforme respectivo contrato.

Posso adquirir um bem de menor valor que minha carta de crédito?

Sim, o consorciado contemplado destinará a diferença do crédito para pagar parcelas vincendas (a vencer) na ordem inversa, a contar da última, ou se tiver quitado seu saldo devedor, ela lhe será restituída.

Posso antecipar os pagamentos?

Sim, o consorciado poderá antecipar o pagamento do saldo devedor na ordem inversa, a contar da última. A antecipação de pagamentos não dará direito à contemplação da cota.

Contemplação

A contemplação por Sorteio ou Lance dá ao consorciado ativo o direito à utilização do crédito, após a análise e aprovação das GARANTIAS EXIGIDAS.

Optar pela compra através do Consórcio Missioneira significa optar por uma compra inteligente, programada, que pode representar economia ainda mais expressiva. Contemplado, e de posse do valor do crédito em mão, o consorciado adquire um bem com todas as vantagens de um negócio à vista, o que aumenta o seu poder de compra. Os participantes contemplados devem continuar pagando normalmente as parcelas, conforme o plano adquirido.

O que é seguro?seguros

O seguro é um contrato entre um indivíduo ou uma empresa (segurado) e uma seguradora. O segurado paga um preço chamado “prêmio” e a companhia, em troca, compromete-se pagar a eventual perda financeira correspondente, durante o período da apólice.

O risco é transferido do segurado para a seguradora e o documento que formaliza esse contrato se chama apólice.

Fazer seguros é um dos pilares do bom planejamento financeiro, mas costuma ser bastante negligenciado.

Afinal, é difícil enxergar os benefícios: seguros protegem contra eventos que não aconteceram, não sabemos se vão acontecer e, para falar a verdade, esperamos que não aconteçam.

É diferente, por exemplo, de um investimento, cuja remuneração acompanhamos e o qual esperamos usufruir no futuro para fazer as coisas de que gostamos.

Além disso, o mercado oferece uma gama enorme de produtos securitários, muitos dos quais podem realmente não ser adequados a determinados perfis, revelando-se inúteis para algumas pessoas.

Quais são os seguros mais importantes, até mesmo indispensáveis? Quais não deveriam faltar mesmo no caso de quem tem um orçamento apertado?

1. Seguro de vida

O seguro de vida é o único que protege as famílias de um infortúnio certo: a morte dos seus provedores. Mas além da indenização por morte, que pode ser acidental ou natural, há outras coberturas que podem ser usufruídas ainda em vida pelo segurado.

É o caso da cobertura por invalidez, temporária ou permanente, que prejudica a capacidade do segurado de gerar renda, e das coberturas em caso de descoberta de doenças graves ou terminais.

Em outras palavras, o seguro de vida não assegura apenas o bem-estar da família do segurado na sua falta, mas também o próprio segurado caso ele tenha perda ou redução de renda por motivos de saúde.

2. Seguro de carro

O seguro de carro tem benefícios mais palpáveis, uma vez que os veículos estão expostos a grandes riscos e não é incomum precisar acioná-lo.

Por ser um dos maiores patrimônios das famílias, os carros devem estar protegidos por seguros adequados. Afinal, roubos e acidentes podem levar a perdas da ordem de dezenas de milhares de reais, resultando em grande impacto financeiro.

Isso sem falar na possibilidade de o segurado ser o causador de um acidente com mortos, feridos e outros veículos danificados que não o seu.

3. Seguro residencial

É fundamental ter uma apólice que proteja sua casa pelo menos contra acidentes, como incêndio e outros danos causados por fogo. É possível até mesmo proteger seus bens mais valiosos contra roubo.

A casa própria é o principal patrimônio da maioria das pessoas, e perdê-la em um desastre pode causar danos financeiros muito difíceis de reverter. O custo do seguro em relação ao valor do imóvel é tão baixo que não vale correr o risco de dispensá-lo.

Quem usa o imóvel próprio para locação também deve fazer seguro, de forma a proteger esta fonte geradora de renda.

O princípio da boa-fé

O seguro é um contrato inevitavelmente especulativo. A seguradora recebe as informações do segurado e, com base nelas, traça um perfil do risco e calcula a perda esperada e o prêmio. Se o segurado omite informações que agravariam o risco, ameaçando de prejuízo a seguradora, ele falta com o principio da boa-fé. O mesmo ocorre se a empresa, aproveitando-se do desconhecimento da maioria dos segurados a respeito das tecnicalidades do mercado, deliberadamente usaseguro de terminologias vagas na apólice de modo a, por exemplo, esconder certas exclusões. Nesses casos, a lei diz que o contrato é nulo. A lei impõe aos contratantes o dever de obedecer ao principio da boa-fé, pois, na falta dele, o acúmulo de prejuízos de parte a parte levaria a suspeitas generalizadas e, no limite, à inviabilização do próprio mercado. Note-se que esse princípio é aplicável a todos os contratos e transações. Ele proíbe o agente de esconder da outra parte o que sabe confidencialmente, para induzi-la a um negócio que não ocorreria ou ocorreria de modo diverso se essa parte tivesse acesso à informação sonegada. E vice-versa.

O que são reservas?

As reservas ou provisões são valores matematicamente calculados pelas seguradoras, com base nos prêmios recebidos dos segurados, para garantia de indenizações de riscos assumidos. Elas indicam o montante de recursos que a empresa deve guardar no presente para cumprir com suas obrigações no futuro. Os dois tipos principais de reservas das companhias de seguros são: reservas de sinistros avisados e reservas de prêmios não ganhos. Estas últimas representam a parcela do prêmio que, na data da apuração ainda não foi ganho. O cálculo é à base de pro rata. Para apólice de vigência anual é de 1/24 para o primeiro e para o último mês de vigência, e de 1/12 para os demais meses. Por exemplo, após três meses do início de vigência, a reserva de prêmio não ganho relativa a uma apólice de um ano de vigência, que custou R$ 1.200,00 é de R$ 900,00 (2 x 1/24 + 8 x 1/12 = 9/12 = 9/12 x R$ 1.200,00 = R$ 900,00 do prêmio), e o prêmio ganho é de R$ 300,00 (R$ 1.200,00 – R$ 900,00 = R$ 300,00). A reserva de sinistro é uma estimativa do valor do sinistro avisado, corrigido posteriormente pelo valor da indenização efetivamente paga. . Dependendo do ramo e do risco, outras reservas podem ser acrescentadas. Por exemplo, em apólices que cobrem riscos de baixa frequência e alta gravidade, pode ser necessário constituir reservas contra catástrofes, lembrando que as reservas da seguradora se referem às responsabilidades por ela assumidas excluídas as responsabilidades resseguradas ou cosseguradas. Uma outra reserva muito frequente é a de sinistros ocorridos porém não avisados à seguradora (IBNR – Incurred But Not Reported). Geralmente refere-se a sinistros avisados à seguradora não pelo segurado, mas pelo (s) beneficiário (s) ou por terceiros, quando se tratar de seguros de responsabilidade civil. As instituições de governo reguladoras do seguro fixam os percentuais mínimos que as seguradoras devem respeitar para constituição das provisões mais importantes.

O que é apólice?

Apólice é um documento emitido pela seguradora, que formaliza a aceitação do risco, objeto do contrato de seguro. Nela devem estar discriminadas todas as condições contratuais, o bem ou a pessoa segurada, as coberturas de risco e as garantias contratadas, os estipulantes e beneficiários, o valor do prêmio, o prazo do contrato e as exclusões – isto é, as situações em que a indenização não é devida –, entre outras informações. A emissão da apólice não dá, necessariamente, início à cobertura do bem. O bem estará coberto (segurado) assim que o risco tiver sido aceito pela seguradora. Essa operação poderá resultar na emissão de um contrato de seguro ou certificado de cobertura. A apólice será enviada posteriormente. Ao receber a apólice, é importante que o segurado verifique se as condições ali contidas são as mesmas que informou ao corretor de seguros quando assinou o contrato. A origem do termo vem do francês “police” e do italiano “polizza”, ambos tendo por origem o latim “pollicitatio” ou promessa, no caso, de pagar indenização por perda que teve como contrapartida o pagamento anterior de um prêmio. O prêmio de seguro é baseado na quantidade de risco. Riscos baixos pagam prêmios baixos e riscos altos pagam prêmios altos, quando aceitos pela seguradora. As seguradoras coletam informações sobre os interessados em contratar o seguro e sobre suas propriedades para determinar, o mais precisamente possível, o montante de risco de perda que está em jogo em cada caso e, daí, calcular o prêmio respectivo. Geralmente, a seguradora agrega em uma carteira grande número de apólices de um mesmo ramo. A prática do seguro é complicada, mas o mecanismo básico é simples. Suponha que um segurado pague um prêmio de R$ 1.500,00 por uma apólice de seguro de automóveis contra roubo, colisão e danos a terceiros. Se não acontecer o sinistro, o segurado não ficará triste por ter pagado os R$ 1.500,00. Afinal, ele despendeu um valor relativamente pequeno que lhe permitiu se livrar de uma perda potencial grande, do ponto de vista individual. De fato, a seguradora pode ter que pagar R$ 30.000,00 se houver uma colisão com perda total e, quem sabe, R$ 500 mil se da colisão resultar um ferimento traumático a terceiro. O mesmo vale para outras situações de risco, como por exemplo, uma empresa que está realizando investimentos elevados e quer se precaver contra riscos de incêndio na nova planta. Assim, a disponibilidade do seguro incentiva a economia, pois o consumidor tem segurança para adquirir bens de valor mais alto, e o empresário, por sua vez, confiança para realizar investimentos que podem exigir recursos vultosos, seus e de terceiros.

Riscos seguráveis e não seguráveis

Utilizando o mercado de seguros, uma pessoa pode construir uma rede de proteção bastante efetiva em sua vida e suas propriedades. Mas nem todos os riscos são seguráveis. Pense nos seguintes riscos: • Você tem uma carteira de ações e teme que os papéis caiam fortemente de valor. • Você abriu uma empresa e teme não ser capaz de atingir a taxa de lucro que estimou. • Você vai viajar para uma região conturbada e teme ser vítima de um atentado terrorista. • Você precisa tirar certa nota num exame da faculdade e teme não ser capaz de fazê-lo. • Você vai jogar num cassino e teme perder o dinheiro que reservou para isso. Nenhuma seguradora vai se dispor a fazer seguro para esses riscos. Ao contrário, em todo o mundo, as seguradoras procuram excluir explicitamente das coberturas os danos resultantes desses eventos. Seja porque são de difícil previsão, seja porque podem ser muito afetados pelas ações do segurado, ou ainda, porque concentram fortemente os riscos. Mais precisamente, as condições necessárias para que um risco seja segurável são as seguintes: • Grande número de eventos (Lei dos Grandes Números): já comentamos essa lei da Estatística, fundamental para a viabilidade dos seguros. Quanto maior o número de segurados, maior a estabilidade de resultados de sinistros que uma seguradora pode esperar. • Eventos independentes entre si (desconcentração de riscos): para que a Lei dos Grandes Números seja plenamente aplicável, é preciso que os riscos sejam independentes entre si. Nenhuma seguradora formará uma carteira de seguro rural apenas numa região, ou de seguro de incêndio num mesmo prédio. • Experiência suficiente (cálculo correto de probabilidades): pode ser que os eventos sejam independentes e que haja grande número de interessados no seguro, mas se houver grande imprevisibilidade, como nos casos de guerras ou atentados terroristas, o seguro não será feito, ou estes riscos serão excluídos da apólice, que é o mais provável O mesmo acontece se não houver suficiente experiência pregressa, que permita aos atuários o cálculo mais correto da probabilidade de perda. • Baixa incidência de “risco moral”: “Risco moral” é a possibilidade de uma pessoa ou empresa, depois de estar segura, comportar-se diferentemente do que faria se estivesse inteiramente exposta ao risco. O caso típico é o do indivíduo que fez seguro contra roubo de automóvel e, depois disso, tornou-se menos vigilante com seu carro. Ele age assim porque as consequências negativas do roubo não serão suas, mas de responsabilidade da companhia de seguros. O “risco moral” está relacionado à chamada assimetria de informação – as seguradoras têm dificuldade de saber de antemão como reagirão seus segurados depois de contratado o seguro. De certa maneira, o risco moral existe em maior ou menor grau em todas as carteiras de seguros, mas nos casos mais extremos, em que a mudança de comportamento é previsível, pode inviabilizar o seguro. Atenção: não se deve confundir risco moral – mudança natural de comportamento que aumenta a chance de sinistro – com a fraude, que cria o falso sinistro. Também não há correlação com dano moral que, desvinculado de prejuízos materiais, é toda e qualquer ofensa ou violação aos princípios de ordem moral de um indivíduo, referentes à sua liberdade, à sua honra, à sua pessoa ou à sua família. • Baixa incidência de “seleção adversa”: a “seleção adversa” é mais um problema decorrente da assimetria de informação. Ela se refere a um processo de mercado em que os resultados “ruins” são naturalmente “selecionados” (contratados) em detrimento dos bons. O caso mais simples é de uma população de, por exemplo, fumantes e não fumantes e uma seguradora de saúde que cobra preços idênticos por não saber diferenciar, a priori, quem pertence a cada grupo. Ao fim e ao cabo, os segurados não fumantes desistirão do seguro, pois vão perceber que estão bancando os segurados fumantes e, portanto, pagando um preço mais caro pelo seu risco específico. E a seguradora, ao reajustar para cima o prêmio, pode verificar que a apólice se tornou invendável. Novamente, a seleção adversa é um risco em todos os ramos de seguros, mas onde ela se tornar dominante, pode tornar o risco não segurável. Alguns riscos não seguráveis são importantes para a economia como um todo. Nesses casos, os governos costumam assumi-los, estabelecendo os chamados seguros sociais, de interesse geral. É o caso do seguro agrícola, geralmente garantido pelo governo. Em alguns países, é assumido por seguradora única. Outros seguros sociais, por exemplo, são o seguro-desemprego e os sistemas estatais de previdência e assistência social. No seguro-desemprego, observa-se concentração de riscos, porque o desemprego costuma evoluir em ondas periódicas que afetam grande número de trabalhadores ao mesmo tempo. Nos sistemas de previdência e assistência social, o principal problema é a seleção adversa, ou seja, a maioria dos segurados constitui risco elevado e não suportaria prêmios fixados com parâmetros de mercado.

Transforme seu  veículo em Dinheiro na mão! 

Alcance aquele objetivo que você sempre quis! Adquira o veículo dos sonhos de uma forma mais fácil. Aqui, seu crédito é aprovado sem burocracia e as taxas são muito competitivas.

Conheça as vantagens do financiamento:

  • Aprovação on-line.
  • Sistema de crédito e cobrança operando em tempo real.
  • Crédito também para autônomos.
  • Crédito para financiamento do primeiro veículo.
  • Logística para envio e retirada de documentos.

Documentos:

  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência e renda;
  • Laudo de Vistoria;
  • Copia do certificado de Registro do Veículo (CRV);

credito-imobiliario-lidera-demanda-das-familias-fe-em-jesusO que é crédito imobiliário

O crédito imobiliário é uma modalidade de empréstimo para quem precisa de dinheiro para adquirir um imóvel, novo ou usado, para fins comerciais ou residenciais. Sendo a garantia o próprio imóvel.

  •  O imóvel deve estar em nome do cliente e quitado;
  • Pessoas físicas proprietárias de imóveis residenciais ou comerciais em condições regulares;
  • Pagamento das parcelas através de Boleto Bancário;

Regras de funcionamento/ condições

  •  Limite de idade: 21 a 80( no fim do contrato) anos *
  • Valor do imóvel: mínimo: 60 mil, máximo:  sem limite*
  • Valor emprestado:mínimo 20 mil; máximo: 1 milhão, ou dependendo do banco 60% do valor do  imóvel *
  • prazo do financiamento: 12 a 180 meses *
  • Comprometimento de Renda: 30% da renda *
  • Casa: Alvenaria/ Madeira *
  • Taxa de avaliação do Imóvel: Depende do banco

*  Credito sujeito à análise, condições fariam conforme banco/administradora.

Como conseguir um crédito imobiliário

1 – Simulação da contratação
O primeiro passo é simular a contratação do crédito imobiliário. Venha até Missioneira ou nos ligue, que fizemos uma simulação – até porque, é a partir dessa simulação que você saberá quanto o banco te emprestaria.

É exigida uma renda mínima mensal, que varia de banco para banco. Outro fator que interfere no valor emprestado é o imóvel em si. Por exemplo, o financiamento de um imóvel usado cobre de 60 a 80 por cento do valor, já o financiamento de imóveis novos, na planta ou em construção pode cobrir até 90 por cento do valor da residência.

2 – Consulta de Crédito
Junte seus comprovantes de renda e documentos, se for o caso leve também o do companheiro ou companheira, o que pode ajudar na obtenção de um valor maior. Mas atenção: caso saiba que seu nome está desativado, regularize a sua situação antes de pedir o financiamento. O banco também pode pedir uma comprovação da renda declarada para verificar a sua capacidade de pagamento.

3 – Avaliação do Imóvel
Quando o banco verificar que você possui condições de arcar com as parcelas do empréstimo será a hora de avaliar o imóvel, afinal, ele será a garantia do banco. Quem faz essa avaliação é uma empresa ou profissional terceirizado e credenciado pelo banco, com agendamento prévio. É neste momento que o banco verifica se o imóvel está dentro dos requisitos para ser financiado.

4 – Elaboração de Contrato
Após a aprovação do crédito e concluída a avaliação do imóvel, é hora de providenciar toda a documentação necessária para obter o crédito imobiliário.

 

Voltar

Pin It on Pinterest

Share This